sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

A ração de filhote junior serve para cão adulto ? posso dar para meu cão de mais de 1 ano ?

A  ração  de filhote junior  serve para cão adulto ? 

posso  dar para meu cão de  mais de 1  ano ?

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É uma informação importante pois a necessidade calórica e os requisitos nutritivos mudam bastante de filhote para adulto. No caso do filhote, sua ração é rica em calorias e suplementos nutritivos, então, continuar alimentando esse tipo de comida para um cão já maduro pode causar obesidade e problemas ortopédicos.


Quanto a idade certa para fazer a mudança, existem muitas informações conflitantes que por sua vez confundem os donos de cães. Muitos defendem que a mudança deve ser feita quando o cão atinge 1 ano de idade.
Porém, o problema de especificar uma idade única é que os cães diferem muito entre si, e as particularidades das raças e tamanhos fazem com que elas possuam velocidades diferentes de amadurecimento.




Em primeiro lugar é necessário definir quando é que um cachorro se torna adulto. Cães de raças pequenas amadurecem entre os 10 e 12 meses, enquanto cachorros de raças médias com 1 ano , animais de raças grandes com 1,6 meses e molossos ( gigantes) com 2 anos. A partir da idade adulta, as necessidades nutricionais dos cachorros mudam e não deve mais ser oferecida a ração para filhotes, mas quem pode definir com certeza quando 

esse momento chega para cada animal é o médico veterinário.


Como trocar a ração do seu cachorro?

É indicado fazer a troca da ração de maneira gradual, misturando aos poucos a ração de adultos com a ração de filhotes, até retirar completamente a ração de filhotes. Isso evita que o animal estranhe ou rejeite a ração.

Cada um na sua

Filhotes têm necessidade de ingerir mais proteínas e nutrientes do que os adultos, por isso, alimentar o cachorro adulto com ração para filhotes pode fazer mal para a saúde dele. O excesso de nutrientes e calorias pode levar à obesidade canina e gerar várias outras doenças.



Devo dar ração quantas vezes por dia?

Isso depende da idade do cachorro. Para filhotes, o ideal é fracionar a ração, alimentando-o 5 ou 6 vezes por dia, já o cachorro adulto pode ser alimentado duas vezes por dia.

Deixar a ração disponível o dia todo é uma grande tentação, mas deve ser evitada por vários motivos:

·         Quando você controla o horário de alimentação do seu cachorro ele entende melhor quem é o líder e te respeita mais;


·        

 Cachorros com ração disponível podem comer mais do que o necessário e têm maior probabilidade de ficarem obesos;
·        

 Determinar o horário da alimentação ajuda a controlar os horários em que o cão defeca;
·       

  Ração exposta o tempo todo atrai insetos e ratos pra dentro da sua casa e  em contato direto com a luz solar ou umidade pode contaminar o produto e estragar o produto.

    
 possui várias opções de rações para cães filhotes e adultos de todos os tamanhos. Escolha uma delas e leve mais saúde para o seu cãozinho.


Cães de porte pequeno, até 10 kg, amadurecem mais rápido, em media entre 10 e 12 meses, sabendo que algumas raças toy podem amadurecer ainda antes. Exemplos: Yorkshire Terrier, Shih-Tzu, Pinscher, Chihuahua, Lhasa Apso, Pug, Poodle, Bichon Frise.

Cães de porte médio, até 40 kg, podem amadurecer entre 12 e 16 meses. Exemplos: Beagle, Basset Hound, Buldogue Francês, Cocker Spaniel Inglês, Buldogue Inglês, Labrador Retriever, Boxer.

Raças com porte grande, de cães que pesam mais de 40 kg, podem levar até 2 anos para amadurecer completamente. Exemplos: Dogue Alemão, Mastife, Boiadeiro Bernês, São Bernardo, Rottweiler.


Qual é a Ração mais indicada para meu cãozinho?




Qual é a Ração  mais indicada para  meu cãozinho?




Os cães possuem necessidades nutricionais muito diferentes das nossas e a alimentação canina deve ser feita sempre pensando em suprir essas carências.

As rações Naturalis são fabricadas com carnes frescas, cereais, frutas e vegetais e sem o uso de corantes ou conservantes artificiais. Além disso, elas são fontes de proteínas, vitaminas e minerais essenciais ao bom funcionamento do organismo dos cachorros. Mas, com tantas opções, qual a melhor?

Ração para Filhotes

Filhotes, por estarem em fase de crescimento, têm o metabolismo acelerado e necessidades calóricas maiores. Para filhotes, a ração Naturalis Filhotes Frango & Peru é uma opção completa.  É uma raçãofeita com frutas desidratadas, cereais integrais, óleos naturais e carnes frescas, ingredientes que garantem um desenvolvimento saudável, o bom funcionamento intestinal, energia, vitalidade e pelos mais brilhantes.

Ração para raças pequenas

Cachorros de raças pequenas atingem a idade adulta entre os 10 e 12 meses e nesse momento é necessário trocar a ração. Essa ração para cães adultos deve ser introduzida gradualmente naalimentação, sendo misturada com a ração de filhotes até passar a ser administrada pura.

 rações para raças pequenas: Raças Pequenas Frango,  e  Vegetais 

Raças Pequenas Frango   e carne  . Essas rações são ideais para cães de mini e pequeno porte, suprem todas as necessidades nutricionais, ajudam na digestão e dão ao cãozinho uma expectativa de vida longa e saudável.

Ração para raças médias e grandes  e pequenas e mini  raças 

Cães de porte médio e grande costumam amadurecer entre 12 e 24 meses, o ideal é que o médico veterinário defina qual o melhor momento para começar a dar uma ração para cães adultos.
 Quando chega a hora de trocar a ração do cachorro é importante escolher a ração correta.

As rações  sem corante   possui  muitas  no mercado  opções de ração para raças grandes e raças médias e pequenas raças   que são feitas com frango, peru, legumes, frutas e cereais integrais: Adulto – com vitaminas e cereais integrais – ,  Adulto Frango,  & Vegetais – feita com legumes –  e a ração thre dogs Adulto Frango & raças pequenas  e mini   de  frango ,ovo ,e arroz  ,

Escolhendo uma das opções que mais  o seu amiguinho  gostar ,no mercado hoje em dia    oferece a você  , você estará garantindo muita saúde e uma vida mais feliz para o seu melhor amigo.

cachorro não quer comer ração.?

Meu cachorro não quer comer ração.Meu cachorro não quer comer ração.?




O primeiro passo é identificar o motivo por que o animal se recusa a comer. Ele pode estar acostumado a comer comida caseira e apresentar resistência a aceitar a ração própria para cães, pode ser uma troca de ração a que ele ainda não se acostumou ou ainda ser alguma doença que tirou o apetite do animal.

- Filhotes de cães devem começar a receber a ração de filhote   logo após o desmame, pois se ele se acostumar a comer carne, mais tarde vai rejeitar a ração quando for oferecida.

- Cães adultos que sempre comeram comida caseira com carne têm muita dificuldade de aceitar aração para cães, mesmo assim, é possível fazer a troca aos poucos. Se o cachorro está acostumado a comer arroz com carne, você pode experimentar trocar o arroz por ração e gradualmente ir diminuindo a quantidade de carne até que ele se habitue à ração pura.

- Se você trocou a ração do seu cachorro e ele não gostou, basta trocar o sabor. Existem rações com vários ingredientes para cães com paladares diferentes. A Equilíbrio possui uma grande linha de ração de cão   de raças pequenas, médias, grandes, rações  veterinaria e  rações somente  com recheio  para cada fase e situação da vida do seu cãozinho.

- Se o cachorro estiver habituado a comer a ração e de repente passar a recusá-la, pode ser algum problema de saúde. Nesse caso é importante levá-lo ao veterinário para que ele faça uma avaliação.

Antes de serem domesticados, os cães não tinham previsão de quando seria sua próxima refeição e seu comportamento atual é reflexo disso. Se ele parar de comer sem uma razão aparente pode ser sinal de alguma doença.

 
Deixar ração disponível para o cachorro o tempo todo também não é bom, pois pode causar obesidade. 
Além disso, se a ração ficar exposta por muito tempo pode atrair formigas, ratos e baratas.
É muito importante oferecer a ração somente nos horários e quantidades corretas para evitar que o cão fique acima do peso e assim é possível saber se ele está realmente se alimentando e o quanto.

Animais pequenos oque comprar para eles brincar ?

    Animais  pequenos  oque  comprar  para eles brincar ?







Quem tem um cachorro de pequeno porte bem sabe que eles não são uma “amostra grátis” de um cachorro de grande porte. A maioria dos peludos pequeninos é muito carinhosa e companheira, mas não foge de uma boa briga quando é desafiada.Apesar das raças pequenas fazerem muito sucesso e serem uma parcela conciderável do universo canino, nem sempre é fácil encontrar produtos adequados para o tamanho diminuto destes companheiros. brinquedoscoleiras    e guias    que sirvam para um valente em miniatura. Alguns produtos acabam economizando na qualidade e na criatividade quando deveriam “economizar” só no tamanho.
Ter brinquedos especiais para cães de pequeno porte é tão importante quanto ter brinquedos adequados para os grandões. Muita gente não sabe, mas brincar é parte importante no desenvolvimento emocional do cão, no alívio de situações estressantes, e na socialização do bicho, seja com humanos ou com outros cães.Muitos problemas comportamento, como destruição dentro de casaburacos no jardimexcesso de energia, ou  latidos quando estão sozinhos, podem ser resolvidos ou diminuídos consideravel   quando o cão tem diversos brinquedos interessantes a sua disposição.Um brinquedo grande ou pesado demais pode causar ferimentos graves em cães pequenos, desde dentes quebrados até traumas por causa de pancadas. Todo cuidado é pouco.Com apenas 3,5 cm de diâmetro (tamanho de uma bola de Ping-pong) esta bolinha é a “cara” do seu cachorro! Pequena sim, mas forte, resistente, e muito divertida! Ideal para os bem pequenininhos como YorkLulusMaltesesChuaua,PinscherPoodles TroyPugs, que normalmente encontram dificuldades em pegar com a boca as bolas normais, ou porque são grandes demais, ou porque são pesadas demais. Se seu peludinho gosta de bolinhas ele vai adorar ter uma do tamanho exato para ele brincar.
Que tal dar para o seu pequeno um brinquedo criado para os  profissionais”? Criado em 1976, nos Estados  Unidos, este é, até hoje, o 

brinquedo predileto dos cães que trabalham de verdade. é usado por treinadores pro fissionais 

Você sabia que cães que permanecem longos períodos sem seus donos, sem uma atividade física, sem estímulos, podem se tornar animais deprimidos?

E que os animais que moram em apartamentos não liberam toda a energia necessária?

A bola de tênis é a melhor opção para você brincar com seu peludo. Brincar não só enriquece a vida do seu cão, mas também aumenta o vínculo e gera confiança entre vocês dois.







Ótima alternativa para destruidores. 

Yves  ! Agora sim você pode ficar sossegado. Esses brinquedos são o máximo para os seus peludos super destruidores ficarem roendo.
- são atóxicos e feitos em nylon  super resistente e durável
olha só que beleza, tá lá quietinho, se divertindo enquanto as pequenas cerdas que estão se formando servem como uma escovinha para limpar os dentes, raspar a placa de tártaro e massagear as gengivas
- até que enfim encontrou-se um brinquedo duro, mas que não quebra, não desgasta os dentes e é seguro

o formato arredondado é mais legal para incentivá-lo a exercitar a mandíbula como se estivesse roendo o osso de uma caça
- dois formatos diferentes para termos variedade: o Osso tem a parte central achatada o que facilita segurá-lo com as patas e o formato clássico de Halterespara carregá-lo para todos os lados
LIMPEZA: lavar com água, sabão neutro e uma escovinha ou ferver por 10 minutos.





Os cachorros são loucos por eles, pois finalmente podem roer a vontade sem levar bronca e ainda limpar os dentes. São super resistentes e duráveis

Feitos de Borracha 
Maciça com cheirinho de chiclete, o Ossinho e o Ossão são uma alternativa para usar na brincadeira de busca e traz



Um osso diferente para a caixa de brinquedos do seu peludo.
 
- feito de borracha maciça, atóxica e natural
 
- é consistente, flexível e maleável
 
- tem agradáveis cores contrastantes
 
- quica de forma aleatória
 
- tem cheirinho de chiclete que atrai os peludos
 

- é uma boa alternativa para brincar de busca e traz






 quanta coisa bacana para cães pequenos? O bom é que todos estes produtos também estão disponíveis em tamanhos maiores, para os peludos médios e grandes.
Cuidados com a saúde do filhote: Quando você tem um filhotinho em casa, um dos primeiros passos é procurar um médico veterinário de confiança e leva-lo para consulta e exames, para saber como está sua saúde e repetir esse procedimento a cada 6 meses ou 1 ano. É aconselhável levar ele sempre no mesmo veterinário, pois esse já conhecerá seu histórico de saúde desde filhote. Não se esqueça de sempre dar uma olhadinha na carteira de vacina e não deixar que nenhuma se atrase, pois a vacina é o que impede de seu cão adquirir diversas doenças graves.Cuidados com a higiene do filhote: o filhote só poderá tomar banho após tomar todas as vacinas do primeiro ciclo. Mas não se esqueça de que o banho deve ser dado por profissionais da área, pois um banho em casa, dado por leigos, pode prejudicar a saúde de seu cãozinho, causando dermatites, otites, etc.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

CONHEÇA MAIS SOBRE : DORAMECTINA NO TRATAMENTO DE CÃES COM SARNA SARCÓPTICA E NEMATÓDEOS GASTRINTESTINAIS.

CONHEÇA  MAIS  SOBRE :  DORAMECTINA NO TRATAMENTO DE CÃES COM SARNA SARCÓPTICA E NEMATÓDEOS GASTRINTESTINAIS.



A escabiose canina caracteriza-se por seu aspecto altamente pruriginoso, ocasionando lesões dermatológicas primeiramente na região das orelhas e cotovelos. Sua importância torna-se maior pela facilidade de transmissão através do contato direto com cão infestado e pelo seu potencial de transmissão a outras espécies Segundo SCOTT et al. (1996) e ALMEIDA e AYRES (1999) a sarna sarcóptica pode ser transmitida da pele de cães para humanos, sendo considerada uma zoonose. 

O diagnóstico definitivo é obtido pela observação de ácaros ou suas fezes nos raspados de pele e o diagnóstico presuntivo pelos sinais dermatológicos, reflexo auricular-podal e resposta ao tratamento (SCOTT et al., 1996; MEDLEAU, 1997; CAMPBELL, 2000).

MUELLER et al. (2000) avaliaram o teste auricular-podal comparando cães com escabiose, alergia e outras dermatopatias, verificando 93,8% de especificidade e 81,8% de sensibilidade.

O tratamento da escabiose canina é realizado geralmente através da aplicação repetida de parasiticida tópico, até que as lesões ativas se resolvam, tipicamente em quatro a seis semanas (SCOTT et al., 1996; CAMPBELL, 2000).

Os nematódeos gastrintestinais em cães geram prejuízos ao crescimento e desenvolvimento animal e predispõem o organismo a infecções concomitantes (FORTES, 1997; ALMEIDA e AYRES, 1999).

O diagnóstico laboratorial dos nematódeos gastrintestinais de cães pode ser realizado especialmente pela constatação e identificação de ovos e/ou larvas em exame de fezes, através do método de flutuação de Willis-Mollay (FORTES, 1997).

O adequado tratamento e prevenção das helmintoses e da escabiose canina representam fator importante na manutenção da saúde dos cães e na prevenção de possíveis zoonoses. Recentes publicações sobre o emprego da doramectina, uma avermectina bio-sintética, derivada da  fermentação de fungos do gênero Streptomyces (ALMEIDA e AYRES, 1999), para tratamento de endo e/ou ectoparasitas em diversas espécies animais, demonstraram bons resultados após apenas uma aplicação do produto, motivando sua utilização no presente estudo.

Segundo JAGANNATH e YATHIRAJ (1999) 
uma única dose de 0,2 mg/kg de doramectina intramuscular ou subcutâneo foi suficiente para tratar a sarna sarcóptica em 23 cães estudados, sem a ocorrência de efeitos colaterais e com boa tolerância inclusive para filhotes.

DELUCCHI e CASTRO (2000) concluíram que
 uma aplicação subcutânea de doramectina nas doses de 0,2 a 0,292 mg/kg, foi suficiente para eliminar os ácaros da sarna notoédrica de gatos altamente infestados, sem a ocorrência de efeitos adversos.

SINGARI et al. (2001) realizaram o tratamento de seis coelhos apresentando sarna notoédrica, comaplicação única de doramectina na dose de 0,4 mg/kg subcutânea, obtendo eliminação da infecção no décimo dia pós-tratamento. 

PACHALY (1999) e ULUTAS e VOYVODA (2000) utilizaram a doramectina em cães com sarna demodécica, refratários a outros tratamentos, em doses de 0,4 a 0,465 mg/kg, via subcutânea, em intervalos de uma ou duas semanas, durante seis a dez semanas, verificando recuperação clínica e raspados de pele negativos.

O presente estudo objetivou, especialmente, verificar a eficácia da doramectina em única aplicação contra o ácaro Sarcoptes scabiei e nematódeos gastrintestinais em cães; verificar a presença de reação adversa sistêmica ou cutânea após aplicação da doramectina; avaliar a evolução das lesões dermatológicas e determinar o período de melhora do prurido após o tratamento.

O experimento foi realizado com 26 cães, 13 fêmeas e 13 machos, sendo 21 cães sem raça definida, dois Poodles, um Akita, um Fila Brasileiro e um Teckel, com peso variando entre 01kg e 40kg.Todos os cães selecionados estavam naturalmente infectados com nematódeos gastrintestinais e com o ácaro Sarcoptes scabiei.

O diagnóstico da escabiose canina foi realizado através de múltiplos raspados cutâneos, em uma a dez áreas acometidas, com lâmina de bisturi e óleo mineral, submetidos posteriormente a exame microscópico. Os raspados de pele foram realizados nos dias zero, 14 e 28. O reflexo auricular-podal foi testado em todos os cães do experimento, no dia zero, como auxílio diagnóstico para a sarna sarcóptica.
Realizaram-se exames coproparasitológicos para pesquisa de ovos e/ou larvas de nematódeos gastrintestinais, utilizando-se o método de flutuação de Willis-Mollay, nos dias zero, 7, 14, 21 e 28, para verificação da presença dos parasitos.

Os animais do grupo de tratamento receberam injeção subcutânea de doramectina 1% na dose única de 0,3 mg/kg e os animais do grupo controle receberam injeção subcutânea de solução de NaCl 0,9%
na dose única de 0,03 ml/kg. As aplicações foram realizadas na região do flanco direito, no dia zero.
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As principais lesões dermatológicas observadas nos animais estudados foram alopecia, eritema, pápulas, escamação da pele, hiperpigmentação, escoriações, crostas, pústulas e liquenificação, de acordo com SCOTT et al. (1996). Observou-se na maioria dos animais a presença de lesões na região posterior da coxa, com presença de alopecia, eritema e pápulas, sendo uma região não descrita na literatura como comumente afetada em animais com escabiose.

O prurido foi observado em todos os animais, como um dos principais sinais da sarna sarcóptica, desencadeando lesões secundárias, como escoriações e autotraumatismos, conforme SCOTT et al.
(1996).

No grupo controle houve piora gradativa das lesões em todas as semanas do experimento e permanência do prurido durante todo o estudo, sendo que, na quarta semana, todos os animais apresentavam-se com intenso eritema e escoriações, além de alopecia, pápulas, escamação, crostas e hiperpigmentação. Os animais do grupo tratamento reduziram o eritema e as escoriações, de forma significativa, a partir do 14º dia, assim como o prurido, com crescimento de pêlos nas áreas com alopecia. Na quarta semana do experimento, todos os animais do grupo tratamento apresentavam-se sem lesões dermatológicas ativas.

Verificou-se redução gradativa dos sinais clínicos da escabiose após aplicação única de doramectina, na dose de 0,3mg/kg subcutânea, com total recuperação dos animais tratados, conforme estudos realizados em diferentes espécies (JAGANNATH e YATHIRAJ, 1999; BERRY, 2000; DELUCCHI e CASTRO, 2000).

O exame coproparasitológico (método de Willis-Mollay), conforme indicado por FORTES (1997) para diagnóstico de nematódeos caninos, foi positivo para todos os animais no dia zero, sendo que o grupo tratamento apresentou 14 animais infectados por Ancylostoma sp, seis por Toxocara sp, três por Trichuris vulpis e um por Uncinaria stenocephala. No grupo controle cinco cães apresentaram infecção por Ancylostoma sp, um cão por Toxocara sp e dois cães por Trichuris vulpis.

Os cães do grupo tratamento apresentaram contagem de ovos negativa nas fezes a partir da primeira semana após a aplicação da doramectina, em dose única subcutânea, sendo que na terceira semana do experimento todos os cães do grupo tratamento apresentaram exames de fezes negativos. Os animais do grupo controle mantiveram exames de fezes positivos durante todo o período de estudo.



Muito se ouve falar sobre a sarna canina, uma infecção de parasita, que pode passar para os humanos e faz com que a vítima se coce sem parar.

SARNA NEGRA EM CÃO E GATO SINTOMAS

SARNA  NEGRA   EM CÃO   E GATO  

SINTOMAS 


A doença não é contagiosa e pode ser tratada, com 

medicamentos e cuidados específicos

A sarna é um problema bastante comum no mundo dos cachorros, e um de seus tipos pode trazer uma série de complicações para a vida dos cães: a Sarna Negra, também conhecida como Sarna Demodécica. 
Mais frequente em animais novos e de raças determinadas, essa doença é causada por um tipo de ácaro chamado Demodex Canis e, ao contrário da sarna comum, não é contagiosa em animais adultos, mas sua transmissão pode ocorrer da mãe para os filhotes no momento da amamentação.
Podendo se manifestar em diferentes regiões do corpo de um cão, a Sarna Negra é uma doença adquirida de maneira hereditária – ou seja, para que um cachorro desenvolva a complicação, seu pai, sua mãe ou ambos também devem ser portadores do problema

Tendo em vista que a predisposição genética é o principal fator que leva à Sarna Demodécica, fica claro que algumas raças em especial 
contam com chances maiores de desenvolver a doença ao longo da vida, incluindo  Dálmata e Pastor Alemão  e outros 
Agentes causadores e a manifestação da Sarna Negra
Conforme citado previamente, a Sarna Negra não é contagiosa para os animais nem para os seres humanos, sendo transmitida por fatores hereditários e, em muitos casos, por meio da amamentação do filhote com o leite de sua mãe doente. Bastante conhecida como Sarna Demodécica, essa doença também é chamada de Demodecicose, Sarna Folicular e Sarna Vermelha – sendo que em casos mais avançados e complicados, pode ser comparada até mesmo à lepra canina.
O ácaro tido como agente causador da doença - chamado de Demodex Canis – é um parasita que presente na pele dos animais de maneira bastante comum e, na maioria dos casos, completamente inofensiva – manifestando-se na forma de doença nos casos específicos em que há a herança genética e em raras situações onde o cão afetado não tenha nascido com alguma deficiência imunológica.
Embora não seja contagiosa, a Sarna Negra pode ser um fator que facilita o desenvolvimento de infecções secundárias – tanto nos animais como nos seres humanos – e, por isso, manter a higiene em dia (quando há contato com um cachorro afetado, principalmente, em momentos de crise) é fundamental para evitar o aparecimento de qualquer tipo de consequência.
Manifestando-se, na maioria das vezes, em cachorros de pouca idade, a Sarna Demodécica também tem fatores externos como responsáveis pelo seu desencadeamento, incluindo elementos como o estresse, a mudança brusca de ambiente ou alimentação, quedas na imunidade do animal, a presença repentina de novos animais no ambiente em que o cão habita, o cio e até o parto das cadelas.
Embora até hoje seja considerada uma doença hereditária, já foi descoberto que a manifestação do problema em cachorros é causada, na realidade, por uma deficiência do sistema imunológico dos cães (que desregula a produção dos linfócitos T); que é passada de pais para filhos e, por isso, é tida como uma complicação transmitida por meio da genética dos animais - e além da Sarna Negra, também pode ser responsável pelo aparecimento de várias outras doenças caninas.
Classificada em dois tipos distintos, a Sarna Negra pode ser localizada ou generalizada, conforme descrito abaixo:
  • Demodecicose Localizada Causa a queda de pelos em uma ou mais regiões do corpo do animal, deixando tais regiões com o aspecto avermelhado e escamoso. Face, focinhos e extremidades costumam ser as áreas mais afetadas nesse tipo de Sarna Negra, e o tratamento do problema é relativamente simples; tendo o uso de loções e pomadas especiais como principais recomendações.
  • Demodecicose Generalizada Bem mais grave que os casos localizados, a manifestação da Demodecicose Generalizada é de tratamento difícil e aparece, na maioria dos casos, em cães ainda bem jovens. A presença de inflamações e dermatites sérias é o principal sinal da complicação, afetando, principalmente, as áreas da cabeça, dos olhos e do peito do cachorro. Deixando a pele do animal com um aspecto envelhecido e provocando muita coceira após o secundária (gerada pela lesão cutânea), esse tipo da Sarna Demodécica – sendo que a sua evolução pode provocar, ainda, a falta de apetite do pet, o aparecimento de bolhas de pus em sua pele e a produção de odores fortes e desagradáveis, facilitando o aparecimento de novas infecções por fungos ou bactérias e podendo, inclusive, levar o animal à óbito.

sábado, 6 de dezembro de 2014

CINOMOSE TÁ MATANDO NOSSOS MELHORES AMIGOS




                     A CINOMOSE    

   

 TÁ      MATANDO      NOSSOS  MELHORES  AMIGOS  



VACINE SEU CÃO E AJUDE A ACABAR DE VEZ COM ESSA   DOENÇA TERRÍVEL!


Muitas doenças podem acometer os cães. Uma delas é a cinomose. 
De origem viral, a letalidade chega entre 85% a 90% dos animais e só perde para a raiva canina. Se for diagnosticado precocemente, as chances de cura são grandes.
O vírus atinge apenas o cachorro e canídeos selvagens, mesmo que felinos e demais animais convivam ou estejam por perto do contaminado. Segundo o médico-veterinário José Carlos Zanella, os pets de até um ano de idade e idosos estão suscetíveis a contrair o vírus. “É frequente nesta época do ano (frio), porque o vírus sobrevive por mais tempo no ambiente.
A contaminação ocorre por secreção de animais doentes através do corpo, saliva ou fezes”, explica. De acordo com o profissional, a doença traz complicações, envolvendo os sistemas respiratório, dermatológico e nervoso.
Há vários sintomas que o dono do cão precisa ficar atento.
 Como  febre, bolhas de pus pela pele, secreção nasal, respiratória e ocular. Em fases mais evoluídas, aparecem sinais neurológicos: andar com dificuldade, manter-se em pé, movimentos involuntários de cabeça e membros, que pode evoluir para um quadro de pneumonia, diarreia e depressão nervosa generalizada.
Além de buscar ajuda profissional, ao perceber que existe algum sintoma, o dono do pet precisa urgentemente separá-lo da companhia de outros animais. 
Ao agir desta maneira, evita-se a contaminação.
A recuperação de um animal doente ocorre quando o tratamento for diagnosticado na fase inicial da doença. ,muitas vezes o dono só procura ajuda  depois  que o animal  está  com a doença agravada .
“É decisivo, para a recuperação do animal, o tempo que se leva a procurar um tratamento. Se o animal receber atendimento nos primeiros sintomas, por exemplo, de febre, a chance de recuperação é muito maior  e pode ser curada imediatamente 
Existem   muitos  profissionais habilitados podem utilizar estimulantes imunológicos e controlar os sintomas generalizados. rapidamente .
Sobreviventes, mesmo após serem tratados pela medicina veterinária, podem apresentar sequelas, algumas compatíveis à vida. 
Já os incompatíveis necessitam passar pelo procedimento de eutanásia, pois, conforme o médico-veterinário, há casos em que o animal não consegue andar mais. 
Entretanto, aqueles donos de cachorros que querem o bem-estar e saúde do seu bichinho, necessitam levar a sério o calendário de vacinações. De acordo  a imunização de filhotes acontece através da aplicação de três doses, e, após as primeiras, vaciná-lo a cada ano.