quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Entre o que faz bem e o que faz mal entre o homem e o animal



 Entre o que faz bem e o que faz mal entre o homem e o animal

A relação entre o homem e os animais,é extremamente positiva, trazendo benefícios maravilhosos para ambos, mas pode causar dependência.

O lado positivo desta relação baseia-se na companhia, na diversão,
 na redução de tensão e também o animal atua como facilitador social, 
agregando pessoas, 
diminuindo assim o isolamento de indivíduos, especialmente nas grandes cidades, 
em que as relações sociais encontram-se cada vez menos favoráveis 
entre os humanos.
No entanto, médicos e psicólogos chamam a atenção para exageros, 
que cada vez mais são comuns nesta relação.
Estes exageros levam à dependência do proprietário para com o seu animal, 
vira o centro da vida da pessoa e seus desejos passam a ser prioridades. 

Muitas vezes as pessoas se isolam, negando-se
 a se relacionar com outros seres humanos em função de uma 
desconfiança doentia, acreditando que ninguém mais é digno de confiança; 
apenas o animal .
Normalmente são pessoas que de alguma forma passaram por decepções ou grandes frustrações na vida.  Existe até aquela máxima muito comum que ouvirmos em nossos consultórios, que é “Quanto mais eu conheço do homem,
Alguns indivíduos que estreitam muito esta relação com os seus animais de estimação, especialmente
apresentam a famosa ansiedade de separação, ou seja, são pessoas que inclusive já 
apresentavam uma predisposição à dependência ou dificuldade
 de relacionamentos e por isto 
apresentam grande dificuldade de separar-se do seu bicho,
 mesmo por pouco tempo, logo 
dificilmente viajam, passeiam ou têm uma vida social ativa.
Do ponto de vista dos médicos veterinários esta relação antes 
mesmo de ser danosa para o 
próprio proprietário, já o é para o animal há muito tempo. 
Normalmente são animais mimados, 
inseguros, humanizados, que já apresentam sintomas ou 
características de personalidade dos 
seus donos.
Normalmente quando adoecem são de difícil tratamento,
 apresentam personalidades muito 
próprias e definidas, não se submetendo mais a nenhuma regra
 que sem sucesso seu dono o 
tenta impor. Podem inclusive perder parte de suas atitudes instintivas,
 obviamente em função 
do afastamento de sua própria natureza.

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